Resenha | O Cavaleiro dos Sete Reinos – Histórias do mundo de gelo e fogo

Resenha | O Cavaleiro dos Sete Reinos – Histórias do mundo de gelo e fogo

No mais recente lançamento de George R. R. Martin, somos levados novamente aos Sete Reinos mas, dessa vez, 90 anos antes do início de Guerra dos Tronos, primeiro livro da série As Crônicas de Gelo e Fogo.

Em O Cavaleiro dos Sete Reinos, conhecemos as aventuras de Dunk, também chamado Sor Duncan, O Alto, um cavaleiro andante que impressiona pela sua estatura, e Egg, o seu fiel escudeiro de cabeça raspada que é muito mais do que demonstra ser.

Apesar de alguns fatos repercutirem nos acontecimentos d’As Crônicas, esse é um livro tanto para os fãs da série, quanto para os que não são. Pois ele é dividido em três contos, cada qual contando uma aventura diferente vivida pelos protagonistas. Dessa forma, mesmo que os episódios sejam apresentados em sequência cronológica, eles podem ser lidos fora de ordem, tendo, cada um, um começo, um meio e um fim.

Isso torna a narrativa mais ágil, nos incentivando a continuar a leitura até chegarmos à conclusão. Afinal, não teremos que esperar por uma sequência que poderá levar anos para ser lançada.

Com isso, O Cavaleiro dos Sete Reinos é um ótimo livro para quem gosta de aventuras, lutas, conspirações e intrigas, independente de ser um fã de As Crônicas de Gelo e Fogo ou não. Além de ser um convite para aqueles que ainda não conhecem Westeros a se arriscarem em suas terras misteriosas. 

Adicione este livro à sua estante!

o cavaleiro dos sete reinos

Sobre Mozer Dias

Mozer Dias
Engenheiro civil, resenhista e podcaster. Sou apaixonado pela exatidão dos números e pela subjetividade das palavras. Penso que qualquer pessoa pode se aventurar por esses dois mundos, até porque foram as palavras que me apresentaram aos números e daí nasceu essa relação singular. O primeiro livro que li foi “O Homem que Calculava”, do autor Malba Tahan, que narra história de Beremiz Samir, um árabe com um dom inacreditável para a matemática e uma sabedoria que transcendia a mera racionalidade fria e impessoal. Sendo assim, é esse equilíbrio que busco para minha própria vida: fazer poesia com números e letras, mantendo sempre o coração aberto para a subjetividade que há nas entrelinhas e extrair disso o melhor que eu puder.

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