Leituracast 3: A Culpa é das Estrelas

Leituracast 3: A Culpa é das Estrelas

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ATENÇÃO: SPOILERS  para quem ainda não leu o livro ou viu o filme

 Olá pessoal, estamos de volta com mais um Leituracast. Neste programa, Marcus Alencar e Mozer Dias falam sobre o best seller A Culpa é das Estrelas, de John Green. Com um livro bem-humorado, o autor conta uma história triste mas de forma leve e descontraída, o que torna sua obra algo notável e certamente fora do clichê. Descubra também nesse programa o que Breaking Bad e a série de livros Os Heróis de Olimpo, de Rick Riordan, têm em comum com o livro.
 
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Sobre Marcus Alencar

Apresentador do Leituracast, Jornalista, blogueiro e um homem de diversas paixões. Amo quadrinhos, cinema e literatura, mas não necessariamente nessa ordem. Acima de tudo, amo a forma como esses meios de comunicação conseguem produzir obras capazes de nos tirar do lugar-comum e propiciar a reflexão. No caso dos livros, destaco toda a saga de Percy Jackson nas séries de livros do escritor Rick Riordan. Não sei se foi à identificação quase que imediata com o personagem central ou fato de sempre me interessar por mitologia grega, mas o importante é que esses livros despertaram de forma mágica meu interesse pela leitura assim como outras grandes obras já fizeram o mesmo comigo em outros períodos e de formas diferentes. Enfim, ler pra mim é uma viagem especial e mágica que sempre farei com muito prazer em qualquer época da minha vida
  • Carolina Cruz

    Olá, sou a Cal do 404! 😉
    Conheci o podcast de vocês por indicação do meu namorado, o Fabio do Pow de Cast.
    Gostei muito desse episódio! Logo que comprei o livro, à princípio achei que fosse uma literatura mais juvenil e cliché. Sim, tem lá os seus clichés, mas mexe com a gente de uma forma muito bonita. Nos motiva a criar nossa marca no mundo, como uma estrela mesmo.
    Uma conclusão que cheguei ao ler o livro, é que quando chegamos ao final, temos a mesma sensação que Hazel teve com “Uma Aflição Imperial”.
    Mesmo porque, assim como no livro lido pela narradora, ao passo que ela morre o livro também acaba, então não sabemos o desenrolar da vida de seus pais, do Isaac, inclusive sobre Peter van Houten mesmo.
    E pra mim, creio que a culpa SER das estrelas, é meio que o fardo que carregamos assim que uma história acaba. A vida continua, mas só pra quem está aqui, pra quem ainda tem algumas páginas de livro para viver. Em minha mente, a metáfora do título é essa. Estávamos lendo o livro da Hazel, mas uma hora esse livro (vida) terminou.
    Enfim, achei esse episódio MUITO foda! Vocês estão de parabéns, e com certeza vou indicar esse cast pra muita gente também.

    Um beijo na teixxta!

    • Olá Cal, seja muito bem-vinda ao nosso site e muito obrigado por comentar. Sobre o seu comentário, concordo plenamente quando você diz que o livro mexe com a gente de uma forma bonita. Acaba até sendo também uma história de superação misturada com o romance entre os dois personagens. É interessante como o John Green não torna a personagem uma “coitadinha” e sim fortalece ela com uma personalidade incrível.

      Também achei muito interessante a sua visão sobre o nome do livro. Isso mostra como o livro, mesmo com uma linguagem simples, consegue ter tantas nuances e metáforas capazes de nos refletir dessa forma.

      Mais uma vez, muito obrigado a você pelo comentário e pela indicação do seu namorado.
      Até mais

  • Gente, vocês vão achar que eu sou velho e chato, mas achei o romance entre a Hazel e o Gus muito clichê, adolescente. Muito “bobinho”. Li o livro até o final, para saber o final da história, mas, como achei muito “normal”, vida real, essas coisas, não dei muito valor ao livro. Gosto pessoal. Mas ainda assim tentei ver o filme, para saber como esta mídia iria adaptar as situações. Não achei diferente do livro, apenas não consegui vê-lo até o final. Era como o livro, mas como já conhecia a história, e já não havia gostado muito do livro, não terminei.
    De qualquer forma muito obrigado pelo episódio, adorei ouvir pontos de vista diferentes.
    Um abraço, e até a próxima!

    • Olá Marcos, meu xará da podosfera, obrigado pelo seu comentário. Então, cara, no começo também suspeitava que o livro teria uma pegada mais clichê e, portanto, fraca mas acho que a forma como o John Green retrata seus personagens dá um toque totalmente diferente até mesmo aos clichês utilizados. Afinal, todos estamos de certo modo acostumados com romances, mas nesse caso temos um livro de fácil acesso e linguagem simples que mostra personagens que vão além da sua condição para viver sua própria história. Claro que esse é apenas um dos pontos a serem destacados em A Culpa é das Estrelas.

      Muito obrigado pelo seu comentário e por compartilhar sua opinião conosco.
      Abraço