Capa » Novos Autores » Novos Autores 57: Mateus Queiroz
Novos Autores 57: Mateus Queiroz

Novos Autores 57: Mateus Queiroz

Está no ar mais um Leituracast Especial Novos Autores! No episódio de hoje, recebemos o escritor Mateus Queiroz. Mateus tem um  livro de terror publicado chamado Paralisia do Sono, mas atualmente ele está envolvido com o financiamento coletivo de sua obra de fantasia: Crônicas de Daleroth: Alvorecer. Ouvindo o programa, vocês conhecerão mais a respeito dos trabalhos de nosso convidado, bem como se iniciou sua jornada como escritor. Então aperte o play e aproveite!

A campanha do financiamento coletivo da coletânea Crônicas de Daleroth: Alvorecer estará disponível no Catarse até o dia 14 de dezembro de 2020. Não deixe de conhecer o projeto e ajudar!

Para ouvir o Novos Autores, você pode fazer o download (basta clicar com o botão direito do mouse na palavra download e escolher a opção salvar link como) ou clicar no player abaixo:

Agora vocês também podem nos ouvir pelo SPOTIFY

Links:

Acompanhe o progresso da campanha de financiamento que está rolando no Catarse até 14/12:

 

Se você também é escritor e deseja participar do podcast Novos Autores para divulgar o seu trabalho, saiba como AQUI e entre em contato com a gente:

Via e-mail: contato@leituraverso.com.br

Ou pelas nossas redes sociais: Facebook, Twitter e Instagram.

Assine o nosso FEED

Confira nossa página no agregador YouTunner

Play

Sobre Mozer Dias

Mozer Dias
Engenheiro civil, resenhista e podcaster. Sou apaixonado pela exatidão dos números e pela subjetividade das palavras. Penso que qualquer pessoa pode se aventurar por esses dois mundos, até porque foram as palavras que me apresentaram aos números e daí nasceu essa relação singular. O primeiro livro que li foi “O Homem que Calculava”, do autor Malba Tahan, que narra história de Beremiz Samir, um árabe com um dom inacreditável para a matemática e uma sabedoria que transcendia a mera racionalidade fria e impessoal. Sendo assim, é esse equilíbrio que busco para minha própria vida: fazer poesia com números e letras, mantendo sempre o coração aberto para a subjetividade que há nas entrelinhas e extrair disso o melhor que eu puder.