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Novos Autores 55: LP Faustini e Pablo Murinelly falam sobre o financiamento coletivo de Nand – do Cárcere ao Triunfo

Novos Autores 55: LP Faustini e Pablo Murinelly falam sobre o financiamento coletivo de Nand – do Cárcere ao Triunfo

O Leituracast Especial Novos Autores dessa semana conta com a participação de dois convidados! O primeiro deles já é um conhecido nosso: o escritor LP Faustini, autor da saga Maretenebrae. O segundo é o ilustrador Pablo Murinelly. Os dois estão aqui hoje para falar sobre o financiamento coletivo da versão física da fantasia Nand – do Cárcere ao Triunfo.

Além de conhecer um pouco mais sobre os participantes e como se originou a parceria entre eles, vocês vão ficar por dentro de todas as recompensas para aqueles que colaborarem na campanha.

O financiamento coletivo de Nand – do Cárcere ao Triunfo vai até 4 de dezembro de 2020 no Catarse, então não percam a oportunidade.

Para saber um pouco mais a respeito da obra e como ajudar é só dar o play!

Curiosidade: as músicas que vocês irão ouvir ao longo do episódio são temas originais compostos pelo próprio LP Faustini para o livro.

Para ouvir o Novos Autores, você pode fazer o download (basta clicar com o botão direito do mouse na palavra download e escolher a opção salvar link como) ou clicar no player abaixo:

Agora vocês também podem nos ouvir pelo SPOTIFY

 

 Ajude a bater a meta!

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Sobre Mozer Dias

Mozer Dias
Engenheiro civil, resenhista e podcaster. Sou apaixonado pela exatidão dos números e pela subjetividade das palavras. Penso que qualquer pessoa pode se aventurar por esses dois mundos, até porque foram as palavras que me apresentaram aos números e daí nasceu essa relação singular. O primeiro livro que li foi “O Homem que Calculava”, do autor Malba Tahan, que narra história de Beremiz Samir, um árabe com um dom inacreditável para a matemática e uma sabedoria que transcendia a mera racionalidade fria e impessoal. Sendo assim, é esse equilíbrio que busco para minha própria vida: fazer poesia com números e letras, mantendo sempre o coração aberto para a subjetividade que há nas entrelinhas e extrair disso o melhor que eu puder.